Brincas às torturas

Assistimos impávidos e serenos, sentados nos nossos sofás a atrocidades cometidas desnecessariamente no decorrer de uma guerra sem sentido. Depois dos atentados assassinos às torres gémeas, o presidente americano constatou que o seu país não era tão seguro quanto ele próprio pensava. O que lhe veio à cabeça? Vingança. Depois de procurar o verdadeiro culpado numas montanhas de difícil acesso, chegou à conclusão que não o tinha encontrado. Mas depressa se virou para outro alvo mais fácil de vencer e onde interesses petrolíferos o aguardam. Convocou todos os países para uma guerra contra os iraquianos. Motivos? As armas de destruição que esse país detinha. A Alemanha, a França e outros países mais lúcidos, recusaram-se a seguir as ideias deste presidente criminoso.
Portugal fez o que tinha a fazer, colocou-se em bicos de pés, e o seu primeiro ministro Durão Barroso, fez de porteiro da Europa para receber os criminosos que em Portugal, decidiam atacar o Iraque. Depois de muitas buscas chega-se à conclusão que as armas de destruição tão perigosas, afinal... nunca existiram. O Presidente americano das gafes diz que não faz mal, não encontrou armas, mas destruiu uma ditadura. Será que a seguir vai destruir a ditadura à China? Ou a Cuba? O então primeiro ministro que passou o seu curto mandato a falar de Guterres e da sua fuga, apesar de o ter imitado e ter passado uma batata quente para as mãos de Santana Lopes, Nunca veio dar a cara pelas Armas que nunca existiram.
O instinto Sádico dos soldados iraquianos e Ingleses é agora revelado em fotos e filmes elaborados por eles próprios. Tudo isto revela o modo de diversão destes militares, na sua ocupação não legitimada pela ONU a um país como o Iraque.
Agora assistimos pela tv a torturas, humilhações e abusos dos inteligentes americanos e ingleses, para com o povo iraquiano que tanto sofreu com o seu ditador e continua a sofrer com os ocupantes.
Foi só uma forma de ocupar o tempo livre que dispunham.


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