Velhos são os trapos

O que eu sinto -
Há um tema que não nos agrada muito falar:
“ E quando formos velhos?”
O que eu Quero -
Uma das minhas preocupações é que as pessoas se sintam bem com a idade que têm.
A minha pergunta -
O que vamos fazer quando formos velhos?
O que eu vejo –
Muitos idosos, sentados em bancos de jardim ou a jogarem às cartas
O que eu sugiro -
O Estado deve garantir a possibilidade ao indivíduo, que complete sessenta anos, poder optar por se reformar ou por continuar a trabalhar. A opção deve ser feita por cada um, pois existem pessoas que apesar da idade que têm, continuam a ser necessárias no seu posto de trabalho e que se sentem gratificadas na sua profissão. Por outro lado, deviam-se criar estruturas que de alguma forma, pudessem oferecer aos que se querem manter activos, uma ocupação, uma tarefa, um trabalho escolhido pelo próprio, para que a pessoa se sinta sempre útil e valorizada.
Para os mais dependentes, aqueles que já não conseguem fazer a sua vida sem ajuda, pois bem, que tenham essa ajuda. A segurança social deve comparticipar técnicos e auxiliares que de uma forma permanente, possam dar assistência a essas pessoas, evitando que os idosos saiam das suas próprias casas.
O que me perguntam –
Onde está o dinheiro para tudo isso?
O que respondo -
Se o problema é dinheiro, que comecemos todos a descontar mais e que se faça uma gestão rigorosa desse dinheiro.
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