Lisboa, Lisboa

Lisboa, não vou estar muito tempo sem ti… sinto a tua falta, o teu cheiro, a tua luz. A Rua Augusta que fica de calçada luzidia reflectindo as luzes das montras durante a noite, o teu Bairro Alto, o mais livre do mundo, com gente pela rua, de cerveja na mão e de olhares penetrantes. O Chiado onde o Pessoa ouve a Amália cantar à porta da Brasileira. O Teatro da Comuna, desta vez com “Beijos e Abraços” e os cinemas do Saldanha onde passa “O Perfume”. Depois como é bom atravessar o Tejo de barco até à Margem Sul. São dois dias que passam depressa, mas que se vivem com muita emoção.


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