Quem está doente?

Há temas que não aparecem por acaso. Dois psiquiatras resolveram dar uma entrevista ao “Público” a dizer que a homossexualidade pode ser tratada, como se de uma doença se tratasse. (Isto quando o governo aprova o casamento entre homossexuais). Logo uma serie de psiquiatras resolveram pedir um parecer à Ordem dos médicos para que se clarificasse a questão. A resposta foi obvia:
“Não há qualquer tratamento para a homossexualidade uma vez que se trata de uma variante do comportamento sexual e não de uma doença, diz o Colégio de Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos (OM)”
O Colégio analisou a questão em resposta a um pedido do Bastonário da Ordem dos Médicos. Este parecer sobre a homossexualidade é estritamente técnico e relativo a uma área do comportamento humano que se reconhece como das mais complexas e menos conhecidas. O único consenso assumido é que a homossexualidade é uma variante do comportamento sexual, não é uma doença, por isso, não é passível de tratamento, nem o acompanhamento médico pode ser imposto a estas pessoas. Em jeito de conclusão, o parecer sublinha que cada caso é um caso. Os médicos não tratam grupos sociológicos, apenas indivíduos, e perante um pedido de ajuda os psiquiatras devem procurar a melhor resposta para cada pessoa em concreto.
Esta não pegou, o que será que os senhores que apregoam a moral e os bons costumes vão inventar agora?
“Não há qualquer tratamento para a homossexualidade uma vez que se trata de uma variante do comportamento sexual e não de uma doença, diz o Colégio de Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos (OM)”
O Colégio analisou a questão em resposta a um pedido do Bastonário da Ordem dos Médicos. Este parecer sobre a homossexualidade é estritamente técnico e relativo a uma área do comportamento humano que se reconhece como das mais complexas e menos conhecidas. O único consenso assumido é que a homossexualidade é uma variante do comportamento sexual, não é uma doença, por isso, não é passível de tratamento, nem o acompanhamento médico pode ser imposto a estas pessoas. Em jeito de conclusão, o parecer sublinha que cada caso é um caso. Os médicos não tratam grupos sociológicos, apenas indivíduos, e perante um pedido de ajuda os psiquiatras devem procurar a melhor resposta para cada pessoa em concreto.
Esta não pegou, o que será que os senhores que apregoam a moral e os bons costumes vão inventar agora?


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