A direita lusitana

Antes do referendo da interrupção voluntária da gravidez há 8 anos atrás, a igreja e a direita, com o apoio de Guterres, diziam que o importante era fomentar-se o planeamento familiar, a informação dos jovens e toda uma trampa de conversa da treta para tapar os olhos aos eleitores. O “não” ganhou e como é obvio nada de campanhas de informação ou programas de planeamento familiar foram implementados.
A mesma direita vem agora com falinhas mansas dizer que as mulheres condenadas são umas “coitadinhas”. Propõem então que elas não sejam condenadas mas que a lei fique como está. É o falso moralismo da direita lusitana.
Se realmente não querem que as mulheres passem pela humilhação dos tribunais e sejam presas, votem logo no referendo, o “sim” e acabem com essas tangas! Após dois dias, decidiram acabar com a ideia, depois de talvez se terem apercebido do ridículo que estavam a propor


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