Páginas da Vida

O serviço público de televisão parece resumir-se à RTP2 que por acaso é vista por 2 a 3 % dos telespectadores. Será bem gasto o dinheiro público para promover o desenvolvimento cultural, a informação e a educação de um país em que continua com apenas 8% da sua população licenciada?
Por vezes somos surpreendidos por canais privados que fazem realmente serviço público, tais como a SIC Notícias ou ainda por programas que aliando o entretenimento com a informação fazem-nos reflectir sobre alguns problemas sociais. Estou a referir-me à telenovela “Páginas da Vida” a passar na SIC.
São vários os temas abordados neste argumento, desde o alcoolismo, passando pela adopção, pelo drama dos refugiados, a bulimia, a visão natural da homossexualidade. Num dos últimos capítulos, a professora do ensino especial, sugere à mãe de uma criança com Síndrome de Down algumas medidas pedagógicas. A personagem interpretada por Regina Duarte, luta para que a sua filha seja incluída numa sala de ensino regular, mas depara-se com o problema da exclusão, pois a cada escola que vai, é-lhe dito que a instituição não está preparada para receber uma criança com esse tipo de deficiência. O drama de uma freira que se irá apaixonar por um paciente com sida é também abordado nesta novela bem como os problemas resultantes das diferenças étnicas e que ainda provocam reacções menos dignas.
Recheada dos melhores actores brasileiros, Manuel Carlos, o autor de “Páginas da Vida”, inspira-se nos jornais que lê para escrever os guiões e criar as suas personagens.
Diariamente o público que assiste a esta novela, familiariza-se com estes problemas do quotidiano e facilmente os interioriza. O pequeno ecrã tem o poder de mudar mentalidades ou de as tornar conservadoras. Neste caso estamos a evoluir no bom sentido.
Por vezes somos surpreendidos por canais privados que fazem realmente serviço público, tais como a SIC Notícias ou ainda por programas que aliando o entretenimento com a informação fazem-nos reflectir sobre alguns problemas sociais. Estou a referir-me à telenovela “Páginas da Vida” a passar na SIC.
São vários os temas abordados neste argumento, desde o alcoolismo, passando pela adopção, pelo drama dos refugiados, a bulimia, a visão natural da homossexualidade. Num dos últimos capítulos, a professora do ensino especial, sugere à mãe de uma criança com Síndrome de Down algumas medidas pedagógicas. A personagem interpretada por Regina Duarte, luta para que a sua filha seja incluída numa sala de ensino regular, mas depara-se com o problema da exclusão, pois a cada escola que vai, é-lhe dito que a instituição não está preparada para receber uma criança com esse tipo de deficiência. O drama de uma freira que se irá apaixonar por um paciente com sida é também abordado nesta novela bem como os problemas resultantes das diferenças étnicas e que ainda provocam reacções menos dignas.
Recheada dos melhores actores brasileiros, Manuel Carlos, o autor de “Páginas da Vida”, inspira-se nos jornais que lê para escrever os guiões e criar as suas personagens.
Diariamente o público que assiste a esta novela, familiariza-se com estes problemas do quotidiano e facilmente os interioriza. O pequeno ecrã tem o poder de mudar mentalidades ou de as tornar conservadoras. Neste caso estamos a evoluir no bom sentido.







