erva daninha a alastrar

quinta-feira, maio 31, 2007

Porto Santo


Porto Santo é uma ilha pequena. Nela respira-se liberdade. A praia estende-se por alguns quilómetros. De areia e água transparente, com uma temperatura muito agradável, respira-se ar puro. A viagem de barco tem a duração de duas horas e meia e é muito agradável, feita no Leão Marinho, onde existem vários bares, restaurantes, salas de cinema. A animação está presente com dança, ginástica e outras actividades.

quarta-feira, maio 23, 2007

Bem vindo ao passado


Os alunos dos 4º e 6º anos iniciaram hoje a realização das provas de aferição. Por incrível que pareça, alunos com necessidades educativas especiais, nomeadamente portadores de dislexia, efectuam exactamente as mesmas provas. O ministério da educação não esclarece o que pretende com estas provas, que não têm peso na avaliação dos jovens. Será que querem desta forma avaliar o trabalho dos docentes e das escolas? Ninguém sabe.
Chega-se ao ponto de não podermos criticar muito algumas medidas. O que se está a passar com o docente destacado na DREN e que por criticar em privado a licenciatura de Sócrates levou um processo e foi direitinho para a sua escola, é esclarecedor do autoritarismo implantado por este governo. Do ministério da Educação e do P.S. escuta-se uma reacção silenciosa igual à dos tempos da ditadura. E muito cuidado porque para a próxima greve do dia 30,vão-se elaborar listas nominais de todos aqueles que aderirem à greve. É esta a forma de intimidação encontrada por um governo autista do quero, posso e mando. Por mim, esse já é um dos motivos pelo qual podem colocar antecipadamente o meu nome nessa lista.

sexta-feira, maio 18, 2007

Madeleine


Madeleine desapareceu da residência que os seus pais tinham alugado para passar alguns dias de férias no Algarve. Se não é muito normal deixar três crianças de tenra idade sozinhas em casa, também não é vulgar alguém entrar numa casa e roubar uma criança.
É evidente que se esta criança não fosse inglesa, o caso não seria tão mediatizado. Por um lado é importante que a fotografia de Madeleine percorra o mundo, nem que seja como símbolo de todas as crianças raptadas e que teimam em não aparecer. Que a comunicação social não abandone a abordagem que tem feito sobre o desaparecimento desta criança. Que pressione para que as investigações não cessem. Por outro lado tenho algum receio que estas pressões obriguem a nossa Policia Judiciária a ter de mostrar algo que na realidade não tem. Segundo li hoje, a nossa P.J. já começou a utilizar os métodos pidescos de agressões nos interrogatórios que faz. O cidadão russo inquirido, já apresentou queixa na sua embaixada, por agressão física e psicológica. Tenho na memória os olhos roxos da mãe da criança desaparecida, a Joana, no Algarve. Os murros que levou dos inspectores.
A comunicação social tem também o dom de arrasar com a imagem de qualquer um. Quando dão para inventar não param. Ou muito me engano, ou estes suspeitos não têm nada a ver com o rapto da criança, mas aos olhos da opinião pública, já são os culpados de tudo. Já consultaram sites pedófilos e tudo mais. Lembro-me do professor do ensino básico que se suicidou, quando foi acusado de pedofilia com uma aluna e que provas posteriores o deram como inocente. Vamos esperar que as investigações decorram, mas por favor, se não têm nada a dizer, não se armem a arranjar bodes expiatórios em conferências de imprensa só para mostrarem trabalho. O mais importante é que esta criança apareça sã e salva.

domingo, maio 06, 2007

Dia da Mãe

Nas comemorações alusivas ao dia da mãe, a minha escola resolveu oferecer a todas as mães uma aula de ginástica, para além de outras actividades desenvolvidas pelos alunos. As mães gostaram da surpresa.

sábado, maio 05, 2007

Campanha PS

O Largo do Município não chegou a encher. Jacinto Serrão entrou com a sua comitiva cumprimentando os presentes de sorriso nos lábios. Este é um homem de média estatura, sempre muito direito e com dificuldades em se descontrair. Foram dois os oradores antes do líder começar a discursar. Sem se referir à nova lei das finanças regionais nem ao corte de verbas vindas para a Madeira, centrou o seu discurso atacando João Jardim sem nunca referir o nome do seu adversário. Da falta do debate entre partidos, pois Alberto João recusou os debates, à crítica acerca do programa do PSD ser o mesmo de 2004, o discurso alternado com os pequenos excertos musicais faziam as bandeiras agitar-se.
A animação musical teve a cargo de Fáfá de Belém que em contraste com o líder socialista percorreu todo o palco, dançou, riu e cantou. Músicas mais antigas como a que deu voz na novela Gabriela Cravo e Canela (Moreno) cantando de seguida “Vou recomeçar, vou tentar viver, vou tirar você da minha vida”. Mas será que os madeirenses vão mesmo querer tirar o presidente da Madeira das suas vidas?
Em quanto isso, o actor contratado pelo PND para fazer a personagem Manuel Bexiga, um candidato que promete vinho seco para todos os que votarem nele, foi agredido por uma funcionária da Assembleia Regional. Uma apoiante do PS é atingida com um tiro de uma pressão de ar, por um jovem de 14 anos. João Jardim, diz na TV que não pode recusar o pedido de uma senhora que cuidou dos filhos quando eram pequenos e por isso vai construir a estrada até à casa da referida mulher.
A campanha eleitoral acabou e aqui na Madeira, quase ninguém duvida que o PSD irá aumentar o número de votos que tinha há dois anos atrás. Em Quim Barreiros, Marco Paulo, Toni Carreira, Micael Carreira, Fáfá e Manuel Bexiga, gastou-se muito, mas muito dinheiro mesmo. O tribunal de Santa Cruz, suspendeu todas as audiências por ter o telhado a cair. Obras? Onde está o dinheiro?


quinta-feira, maio 03, 2007

Continente


Num fim de semana alargado no Continente, perco-me na gestão do tempo. Teatro, exposições, cinema, tudo programado antes de ir, mas quando chego, o convívio com os amigos e com a família deixam cair por terra tudo o que estava antes planeado. Muitos pequenos almoços alargados à mesa do café, umas voltas pela capital, e um passeio pela melhor praia do mundo a Arrábida. No final, uma caracolada para compensar a os caracóis que não se fazem nos cafés da Madeira. Num abrir e fechar de olhos, aterro de novo em Santa Cruz, para mais uma estadia nesta deliciosa Ilha.